Eu fico passada

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Ano passado eu fazia pilates no SESC. Daí entrou de férias, natal, sabe como é. Daí eles só iam reabrir na segunda quinzena de janeiro. E desde então eu reúno coragem e determinação para voltar a fazer exercícios. É, foi isso mesmo, eu nunca mais pisei meus pés na aula de pilates… Shame on me!

Bom, essa semana resolvi dar uma passadinha lá e fazer uma aula experimental de duas outras atividades: alongamento e fortalecimento e uma aula chamada Power Circuit (exercício aeróbico, manja?). Chego no guichê da secretaria e vejo aquela senhora suuuuper mal humorada que atende lá. Pego senha e fico rezando para não se atendida por ela. Chama o número da minha senha e… PQP, caiu justamente na mulher chata pra caramba.

- Oi, quero fazer uma aula experimental dessa atividade aqui ó, 3as e 5as às 18h30. – Entrego carteirinha, ela me ignora e vai buscar no computador alguma coisa.

- Essa aula está lotada. Não dá pra fazer aula experimental.

- Mas eu não disse que eu vou me matricular, eu só quero fazer uma aula para ver como que é…

- Não pode. A aula está lotada. – Ela mal olha na minha cara.

- Bom… ok, então eu quero agendar aula experimental para essa outra atividade aqui ó, 2a, 4a e 6a às 18h30. – Ela fuça no computador de novo.

- Essa tem vaga, mas no dia da aula você vem aqui antes de começar e pega a autorização.

- Mas… eu já fiz isso antes, peguei autorização para aula experimental um dia antes da aula acontecer! Como que agora não pode?

- Não, não pode. Não posso te dar uma autorização para outro dia. Vai que alguém se matricula e a aula fica lotada. Você não vai poder fazer a aula experimental.

Fiquei irritadíssima, pois ficou claro que era pura má vontade daquele ser horroroso em me atender. Como que outra funcionária agendou aula pra mim dias antes da aula acontecer e ela inventou a regra de que não podia. Saí bufando da secretaria do SESC, quando chego no final da escada, não acho a chave do carro. Bateu aquele leve desespero de ter perdido a chave do meu carro!!! Voltei no guichê da velha chata e perguntei se por acaso eu não tinha deixado a chave do carro por ali. Mais uma vez, ela NEM OLHOU DIREITO NA MINHA CARA, passou a mão por baixo do balcão e me entregou a chave.

Ai que ódio, meu Deus!!! Perdi meu tempo indo até lá para fazer uma coisa simples que eu não consegui resolver.

Só comigo

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O (mau) atendimento aos clientes aqui em Curitiba é praticamente parte do patrimônio cultural da cidade. Hoje de manhã levei marido ao trabalho e na volta pra casa passei no supermercado pra comprar umas bobeirinhas. De repente, pelo alto-falante, aquela voz de supermercado avisa que o sistema Visa está temporariamente fora do ar.

- Que beleza… – Eu pensei. – Vou ter que passar uma compra de R$ 20 no crédito do Mastercard. Fazer o quê.

Ao chegar no caixa, com uma pontinha de esperança eu pergunto se o sistema Visa ainda estava fora do ar. A moça me olha com cara de ET:

- Visa? Que Visa?

- O sistema Visa de cartão, acabou de anunciar no alto-falante que estava fora do ar. Não é isso?

A moça faz cara de “o que essa louca tá falando”, vira pra colega do caixa de trás e pergunta se o Visa estava fora do ar. A colega faz outra cara de “que merda é essa” e diz que não sabe de nada. Nesse ponto, toda a minha paciência e educação tinham ido pelo ralo e por um momento achei que eu tinha entendido errado.

- Olha, eu acho que eu me enganei, então. Deixa pra lá e passa aqui no cartão de débito (Visa).

Primeira tentativa e nada… Segunda tentativa e nada. Ah, será que o sistema Visa está fora do ar??? Olhei bem na cara da menina com um olhar desafiador e ela perguntou:

- É Visa esse cartão?

- Sim. – Olhar místico de quem quer fuzilar a pessoa com os olhos.

- É, parece que não tá funcionando mesmo… – Falou baixinho.

- Então passa aqui no crédito, é Mastercard.

Senhor, por que essas coisas só acontecem comigo???

Movidos pela paixão? Só se for pelo meu dinheiro…

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Essa semana fui deixar o nosso bom e já calejado carango para a revisão de 30 mil km. Como eu andava bem insatisfeita com o atendimento da concessionária onde eu costumava fazer esse tipo de serviço, agendei com uma outra, mais próxima do centro da cidade. Feitos os primeiros procedimentos, sentei na frente da mocinha para pegar o orçamento e quando ela me mostrou a tabela com as opções de pacotes, eu quase infartei. Gente, 700 dinheiros o pacote mais basicão!! Engoli em seco e mandei fazer o básico mesmo, sendo que eu ainda perguntei se esse básico incluía verificação dos freios.

Eis que estou no shopping, na maior muvuca dentro de uma loja cheia de promoções de fim de ano, quando a moça da Super Fiat me liga para dizer que será preciso trocar as pastilhas de freio e ia me custar mais uns 100 e tantos dinheiros. Aí eu enlouqueci de vez, falei uma meia dúzia de barbaridades pra ela, perguntei se ainda podia tirar meu carro de lá e diante dos olhares assustados das vendedoras, falei pra ela ligar pro marido que ele ia resolver a parada.

Ah, galera, numa boua, tem certas coisas que eu insisto em fazer, mas que é trabalho de homem. Levar carro pra arrumar é uma delas. Primeiro porque ele tem um poder de argumentação muito maior que o meu. Se um mecânico me diz que tem que trocar a repimboca da parafuseta, pois pode dar problema no futuro, só me resta dizer “ok, então troca”. Agora com o marido isso não existe, ele pede até pro cara mostrar onde é que está o problema pra ele ter certeza de que realmente é preciso trocar. E nenhum mecânico faz cara de engraçadinho com ele, só comigo. E depois, não existe melhor negociador nessa família do que o marido! O conserto final ficaria em mais de R$ 900 e depois de uma boa conversa, ficou em R$ 755.

Fiat, vocês são movidos pela paixão ao meu suado dinheirinho.

Consciência ecológica

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Estou de férias. Recesso de fim de ano, para falar a verdade. Sendo assim, ontem fui ao supermercado no meio da manhã, logo depois de deixar o marido no trabalho. Logo que começou a caça às bruxas com as sacolinhas plásticas de supermercado, eu comprei uma “eco bag” e acabei descolando mais outras 3 para o meu arsenal na luta pela preservação do meio ambiente. Além disso, achei muito bacana a iniciativa de algumas redes que passaram a disponibilizar sacolas de papel e sacos plásticos biodegradáveis. Tudo isso é muito legal, muito politicamente correto, mas na realidade é tudo pra inglês ver.

Ontem eu tive mais uma prova disso quando fui ao Wal-Mart mais próximo da minha casa fazer compras. Nessa loja em questão existe um caixa preferencial para quem não utiliza sacos plásticos. Puxa, que bacana, né!!! E pra ser mais legal ainda, o Wal-Mart dá um certo desconto a cada X itens comprados e que não forem acomodados em sacos de plástico. Supimpa, né!!! Eu também achei sensacional até passar a usar o tal caixa preferencial.

Em primeiro lugar, eu não consegui entender por que eles colocam sacos plásticos à disposição dos clientes no caixa preferencial para quem não vai usá-los. Tudo bem, eu tenho que admitir que mesmo quando levo as minhas “eco bags”, acabo colocando os produtos congelados, carnes e afins em sacos plásticos pra não misturar com as outras compras. Mas, no geral, não faz sentido, pois se não tivesse nenhum saco plástico à disposição eu seria obrigada a enfiar tudo nas minhas sacolinhas de tecido e me dar por contente. Além disso, canso de ver as caixas empacotando as compras e colocando um ou dois produtos em cada sacola. Gente, acho que cada sacola foi desenvolvida para suportar até 5kg! E lá vamos nós com 20 sacolas pra casa sendo que dentro de cada uma só tem um iogurte e um pão.

Enfim, ontem passei todas as minhas comprinhas no tal caixa prefencial, abri a minha eco bag, sacudi bem na frente da moça do caixa e enquanto ela ia registrando os produtos, eu ia colocando tudo dentro da bolsa. No final, entreguei o cartão de crédito pra fazer o pagamento e eis que me deu na veneta de perguntar se ela tinha me concedido o desconto já que eu não estava usando sacolas plásticas. A moça saiu do seu transe, olhou bem pra minha cara e disse: “Ah, você não usou sacola??”

Será que é preciso dizer que eu fiquei puta da vida com essa frase? Será preciso dizer que tive vontade de socar a cara dela até sangrar? Acho que não. E então, para continuar aquele belíssimo atendimento, a caixa do Wal-Mart tirou R$ 0,05 da gaveta e me deu dizendo que o desconto era de R$ 0,03. Sinceramente, pensei em mandar ela enfiar aquela moeda num lugar onde não bate sol, mas eu devolvi a moeda e saí de lá resmungando que com funcionários tão bem preparados assim não tem como uma iniciativa dessas dar certo mesmo.

O pior de tudo é que eu já sei que não adianta reclamar, não adianta mandar email, pedir pra falar com o gerente ou preencher aqueles formulários de sugestões e críticas que ficam num balcão gigante perto da entrada. Eu já fiz isso em outras ocasiões e fui  ignorada. Bom, é assim que a gente vê como uma empresa enxerga os seus clientes e quando uma empresa faz uso de ferramentas de comunicação e da preocupação com o meio ambiente apenas pra ninguém dizer que ela não se preocupa. Me poupe, Wal-Mart.

O que se leva dessa vida é a vida que se leva

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Aqui estou eu, em Buenos Aires novamente! Dessa vez a viagem foi curta e como eu já tinha visitado todos os pontos turísticos mais importantes da outra vez, me concentrei em explorar Belgrano, o bairro em que minha irmã mora.

Pausa para contar o sofrimento que foi chegar até a capital portenha. Viajei com milhas da TAM e, creio eu que por conta disso, a dita compania aérea se sentiu no direito de colocar voos péssimos e que não fazem nenhum sentido à disposição dos clientes. Peguei um avião às 15h20 em Curitiba, desci no Rio de Janeiro às 5 da tarde de sábado e fiquei esperando até as 21h para embarcar no voo que me levaria para Buenos Aires. Detalhe importante: o voo sairia às 21h, mas só decolou às 22h30, com 1h30 de atraso. Desembarquei em Ezeiza à 1h da manhã de domingo e até pegar mala, trocar dinheiro, pegar o transfer e depois o táxi, cheguei dentro da casa da minha irmã às 3h. Resumindo, levei 12 horas entre Curitiba e Buenos Aires, que coisa impensável…

O caminho de volta vai ser um pouco menos penoso: embarco amanhã às 9h40 e vou pra São Paulo onde terei que esperar 2h pelo voo que vai me levar para Curitiba, onde vou desembarcar às 16h30. Sem comentários, por favor. Se fosse possível eu esculacharia a TAM em todos os veículos de comunicação existentes daqui até o planeta Marte.

Descontando o fato de estar toda dolorida por causa de tanto chá de cadeira, ontem visitei o Delta do Tigre onde fizemos um passeio de barco. Sinceramente? Totalmente dispensável. O lugar não tem nenhuma beleza natural de se orgulhar, as margens do rio são bem sujas e a água é feia e lamacenta. Depois de termos pago 23 pesos por pessoa para fazer o tal passeio, fomos abordadas por um vendedor de outro circuito pelo Rio Tigre em lugares praticamente inexplorados e que só faltou nos dizer que jogamos nosso dinheiro no lixo. Quando desci do barco, tive que concordar com o figura.

Delta do Tigre

Rio Tigre - Basseio de barco

Passeamos pela feira de artesanato local, vi coisas muitos legais, diferentes e também aquele tipo de artesanato que existe em toda e qualquer feira do mundo. Comprei incensos para o marido, um pacote com 100 por 9 pesos, um achado e até pensei em comprar um incensário, mas achei muito caro. Almoçamos por lá mesmo e voltamos pra casa de trem.

Feira de artesanato

À noite minha irmã nos levou a um lugar muito bacana chamado La viruta. La viruta é uma espécie de bar dentro de um centro cultural em Palermo onde se dão aulas de tango. Adorei! Os professores fazem uma pequena apresentação inicial e depois separam os grupos em nível de conhecimento para ensinar os passos da dança mais famosa da Argentina. Agora posso dizer que aprendi os 6 primeiros passos do tango. Te mete comigo!

Como hoje é segunda-feira e não é feriado aqui, voltamos cedo pois minha irmã tinha que ir trabalhar. Hoje fui explorar um pouco do bairro de Belgrano e caminhei até as Barrancas de Belgrano, praças construídas em vários níveis da rua. Bonito, diferente, mas tinha um povo meio suspeiro por lá, então tirei umas fotos e segui caminho.

Hoje é meu último dia aqui, vou sair daqui a pouco para conhecer o jóquei clube, comprar alfajores, tomar um sorvete e esperar mi hermana voltar do trabalho.

Hasta la vista!

Ponto pra M.Officer

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Continuo naquela história de procurar uma calça jeans decente, boa, bonita e barata. Ou seja, não existe. Semana passada fui ao shopping com a minha irmã chiquérrima (primeiro grande erro) e ela me convenceu a entrar nas lojas de grife “só pra experimentar” (segundo grande erro).

Mas sabe que acabei me dando conta de que a gente cria o hábito de evitar as lojas de grife por causa dos preços altos e não percebe que elas também fazem promoções e oferecem produtos de qualidade pelo mesmo preço que uma Renner e uma C&A da vida! Foi o que aconteceu comigo. Enquanto eu esperava minha irmã chegar, fui às lojas mais “populares” do shopping e me assustei com os preços. Não achei nenhuma calça jeans por menos de R$ 69,90. Quando ela me convenceu a entrar na M.Officer, quase tive um treco, mas encontrei calças por R$ 89 e de qualidade superior.

Não vou dizer que acho barato pagar R$ 89 numa peça de roupa, mas se você comparar o custo-benefício compensa! Melhor pagar esse valor numa roupa de grife do que pagar exatamente a mesma coisa numa peça de loja de departamento. Na minha opinião, as lojas de departamento é que estão extremamente fora da realidade ao cobrar esse valor. E nós, consumidores pobrinhos, por preconceito e por ter uma ideia pré-concebida de que tudo o que é de grife é caro, acabamos pagando o mesmo “caro” por roupas mais ou menos.

Fora que achei FAN-TÁS-TI-CO quando a vendedora da M.Officer me disse que o manequim nr 38 serviria em mim. E serviu!! Eles são muito espertos, mesmo. Fazem modelagens maiores pra agradar (e muito) a clientela feminina. Ponto pra M.Officer!

Procon

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Se tudo der certo, amanhã eu vou ao Procon pra saber se as contas da Aymoré estão corretas. Da última vez que falei com eles, a atendente me pediu para dar um voto de confiança à financeira antes de procurar um outro órgão. Bom, eu já dei esse voto de confiança no dia em que pedi que eles revisassem o valor e fui informada de que não existe nenhum erro. Se o Procon me disser que tá tudo em ordem, eu pago, fazer o que.

Net, olha pra mim! Olha pra mim!

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Eu tenho 30 anos de idade e nunca, nunquinha tive TV a cabo na minha casa. Nem quando morava com meus pais e nem quando passei a ter a minha própria residência. Difícil de acreditar, né. Mas a história que vou contar agora vai ser mais difícil ainda de acreditar.

Há uns dois anos atrás eu fiz as continhas do orçamento doméstico e vi que seria possível assinar uma TV a cabo. Entrei em contato com a Net e descobri que no meu bairro ainda não existia “disponibilidade”. Não, eu não moro em uma comunidade distante e nem na região metropolitana de Curitiba. Eu moro há 20 minutos do centro da cidade. Fiquei bege.

Mais ou menos um ano depois uma mocinha da área de vendas da Net me ligou muito feliz e contente dizendo que agora sim, a Net já estava disponível no meu bairro. Eu então perguntei: como eu faço para assinar um Combo com internet, telefone e TV? E a mocinha elegantemente me disse que eu, infelizmente, só podia assinar a TV, pois os cabos para telefone e internet ainda não tinham sido levados para o meu bairro. Gente, na boa… Estou nessa história até hoje. Me indigna pensar que só no meu condomímio existem mais de 200 apartamentos e que todo esse povo poderia ser cliente da Net e, muito provavelmente, eles não nem aí.

Net, olha pra mim!!!

Experiência ruim

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Outro dia fui com o marido a um Habib´s aqui em Curitiba e eu desacreditei no atendimento de um dos garçons. Fizemos o pedido da comida e na hora de pedir bebidas, eu pedi uma Coca Zero e o marido pediu uma normal. Logo depois, lá vem o garçom com dois copos idênticos na bandeja. Colocou os dois copos na mesa e foi saindo. Eu rapidamente perguntei qual das duas Cocas era normal, ele pensou um pouco, apontou pra um dos copos aleatoriamente e disse: “acho que essa aqui”. E simplesmente virou as costas!

Eu geralmente tenho medo de reclamar ou dar piti em estabelecimentos que servem comida. Fico pensando que na hora que o cara leva o prato pra trocar, ele cospe na minha comida só pra me castigar pelo incômodo. Mas nesse dia eu não consegui segurar a minha indignação. Fiquei olhando para o garçom, sem tocar nos dois copos, até que ele me desse atenção. Quando ele notou que havia uma certa tensão nos meus olhares, veio perguntar se nós queríamos que ele trocasse as bebidas. Era o mínimo que ele devia fazer!

Fiquei então pensando que o Habib´s devia usar copos de uma cor diferente para refrigerantes sem açúcar. Eu ainda tenho a sorte de ser apenas uma pessoa em dieta, não vou morrer se tomar um refrigerante normal, mas e quem é diabético? Além disso, o pouco caso do garçom em entregar o pedido corretamente foi o que mais me indignou.

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