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3 anos de pura alegria!

Ano passado Jamile chegou em nossas vidas às vésperas de completar 2 anos. Corremos feito loucos para montar uma festinha de aniversário e chá de bebê em menos de 15 dias. Tudo foi feito com muito amor, mas a coisa saiu meio que ligada no automático, do jeito que deu e eu acabei falando que jamais faria festinha de aniversário pra ela novamente. Entretanto o tempo passou e eu fui me encantando com a ideia de fazer uma festinha do jeito que ela merece, com cuidado, atenção aos detalhes e amor redobrado. Principalmente considerando que, diferente do ano passado, desta vez tive tempo suficiente para me organizar e planejar. Sendo assim, o primeiro passo foi definir as premissas básicas do evento:

1. O tema da festa não seria baseado em um personagem
Ano passado fizemos tudo com a cara da Galinha Pintadinha, pois era o personagem que ela mais gostava, mas esse ano quis explorar temas menos datados e que permitissem maior liberdade criativa e menor consumismo. A festinha da Jamile foi no estilo picnic com decoração baseada em toalha xadrez, flores, bandeirinhas e cataventos.

2. A festa vai teria cara de festa caseira
Festa em buffet é bacana, prática e bom pra quem pode se dar ao luxo de pagar, mas a minha festa foi no melhor estilo vintage. Comidinhas saudáveis feitas em casa, suco, salada de frutas e gelatina, sanduichinhos de pão de forma, bem como se fazia antigamente. Salgadinhos fritos são práticos e eu, particularmente, adoro uma coxinha, mas eles ficam borrachudos quando esfriam, dá uma trabalheira ficar requentando, não são nada saudáveis e cá entre nós, é o que todo mundo oferece. Por isso, cortei do cardápio. Refrigerantes foram abolidos também, pois pretendo jamais oferecer coca-cola pra qualquer criança desse mundo. E os adultos não morreram ou tiveram crises de abstinência por terem passado 3 ou 4 horinhas bebendo suco e água. Marido chiou bastante no início, achou diferente demais, radical demais e que ia faltar comida. Mas não faltou, pelo contrário, sobrou!

3. A festa vai ser DE e PARA criança
Essa decisão impactou desde o cardápio até a lista de convidados, pois como a ideia era fazer tudo bem hand made, não tive condição de convidar todos os amigos, conhecidos e parentes. Sendo assim, priorizei aqueles que têm filhos, até porque sei que festinha infantil é um saco para quem não tem criança pra levar, e aqueles que são próximos da Jamile e que mantêm alguma relação com ela. Ano passado convidamos todas as pessoas próximas e que super consideramos porque queríamos apresentá-la aos amigos e por conta de ser um chá de bebê também, mas agora tive que esquematizar diferente. Portanto, amigo(a) querido que não foi convidado dessa vez, por favor não se magoe, mas a decisão teve que ser estratégica e racional e isso não signica que eu não tenha consideração por você.

Definidas essas diretrizes, parti para as pesquisas acerca do cardápio, decoração, lembrancinhas, tudo que eu tivesse condição de fazer por minha conta sem o risco de um esgotamento nervoso ou um infarto. Comecei essa fase ainda em dezembro, ou seja, 4 meses antes do evento. O Pinterest foi fonte de muita inspiração e o Mr. Google, como sempre, um grande aliado. Encontrei muitas dicas de cardápio, cálculo de quantidade de comida e bebida a ser servida, muitos PAPs com altos níveis de detalhe. Hoje em dia, com o Google e o YouTube, não tem nada que você não aprenda a fazer sozinho.

Diante de tanta pesquisa optei por servir bebidas em suqueiras, tá super na moda, fica diferente, bonito e prático, pois funciona na base do self-service, só precisa repor de tempos em tempos. Nada de ficar correndo louca pra servir refrigerante quente aos convidados. Fora que não tem nada que embeleze garrafas pet, não é verdade? Tinha resolvido comprar duas delas, apesar de saber que depois da festa usaria pouco, quando uma grande amiga me emprestou três! Salvou a pátria grandão!

Ao longo dessas pesquisas aprendi que dá pra fazer uma decoração com balões praticamente profissional em casa, basta contar com uma certa ajuda e uma máquina de encher (outro item que uma amiga emprestou – ah, o que seria de mim sem os amigos!). Encontrei até mesmo kits prontos com printable materials super fofos que era só baixar e imprimir. Ah, e o melhor, é possível fazer tudo isso sem ter que vender um rim.

Definidos o tema, lista de convidados, cardápio e lembracinhas, era o momento de quantificar tudo, montar as listas de compras e acertar o orçamento previsto. Resolvi ir comprando as coisas aos poucos, mês a mês para não pesar no bolso e isso me ajudou a ter maior clareza do que eu precisava me permitindo até mesmo mudar de ideia algumas vezes e trocar alguns itens. A parafernália de copos, pratos e demais plásticos fui comprando em lojas especializadas em embalagens pela enorme variedade oferecida e preços camaradas. Aqui em Curitiba existem várias lojas desse tipo perto do Mercado Municipal, você tem vontade de comprar tudo o que vê! Visitei algumas lojas de artigos para festas também, pois foi onde consegui encontrar os balões com melhor preço. As toalhas das mesas foram feitas de TNT, opção prática e barata. Tive um pouco de dificuldade em encontrar a estampa xadrez, o único local que achei cobrava mais caro pelo metro, mas era o que tinha no momento e comprei mesmo assim. Alguns outros itens vieram de lojas de 1,99.

As lembrancinhas foram ponto de muita dúvida. Não queria de jeito nenhum entregar saquinhos plásticos cheios de bugingangas descartáveis e doces. Por um momento tive vontade de abolir o presentinho, existe até uma corrente de mães que é super a favor de não dar lembrancinha em festa de aniversário. Mas, no final das contas, acaba sendo uma maneira gentil de agradecer a presença de quem se dispôs a ir comemorar com você. Nas minhas pesquisas me apaixonei por mini-cestinhas de picnic fofíssimas e delicadas e tudo de lindas! Mas quem disse que encontrei? Depois de muito “bater perna” pelos sites acabei resolvendo fazer mini-cookies e entregá-los em saquinhos decorados. É doce, mas é feito em casa, é mais saudável e é útil.

Outro drama foi pensar no principal personagem da festa depois da aniversariante, ou seja, o bolo. A primeira ideia era encomendar em uma boa confeitaria um bolo simples e bonito. Nada de pasta americana, nada no estilo cake boss. De repente, aos 45 do primeiro tempo (por isso é bom planejar com antecedência), lembrei daquele bolo kit kat que virou febre nos últimos tempos e corri pesquisar para saber se euzinha conseguiria fazer um desses by myself. Aqui sou obrigada a abrir o coração e contar que acabei decidindo por fazer algumas trocas estratégicas. O pão de ló seria comprado pronto dada a minha total incapacidade (#fail) de fazer um bolo decente (e olha que eu tentei…) e o kit kat foi substituído por tubetes cobertos de chocolate por causa do preço. Como minha sogra estava aqui com a gente e manda bem na cozinha, ela se dispôs a fazer o bolo e o recheio, cobertura e montagem foram totalmente de minha autoria!

Gostei do resultado final e, apesar de cansativo, foi gratificante, pois saiu tudo como eu tinha imaginado. Como era de se esperar, apesar de eu ter sido bem criteriosa com os convidados e ter confirmado e re-confirmado a presença, algumas pessoas não foram à festa. Isso vai servir para eu repensar a lista do próximo evento e priorizar outros convidados.

Para finalizar, não vou citar links para sites que me ajudaram a pensar e organizar essa festa, pois foram muitos. Mas vou dar dicas de termos que eu usei para pesquisa no Google e Pinterest e que me levaram a tudo o que eu precisava. No Google: festa infantil picnic, decoração de festa infantil picnic, bolo kit kat, bolo com tubetes, como fazer decoração com balões, como fazer decoração com bandeirinhas, cálculo de comida e bebida para festa infantil, como fazer pompom de papel de seda, lembrancinhas para festa infantil, cestas de vime, suqueiras onde comprar/alugar, picnic printables. No Pinterest: picnic party, children’s party, kit kat cake. E aproveitem para olhar os related pins que também trazem muitas fotos relacionadas à imagem que você selecionou.

Marido amado se surpreendeu com minha capacidade de organização e acha que levo jeito pra coisa. Ele acha que descobri um talento escondido! Quem quiser me contratar, estou às ordens! Vou postar algumas fotos e depois coloco mais!

 

 

Diga 33…

E mais um ciclo se encerra, pulei dos 32 para os 33 anos ontem. Na verdade, até o momento, eu não  enxergo o aniversário como um ano que passou e sim como um ano que virá. Agora é que começa um novo ciclo, tenho 364 dias para viver diferente do que tenho vivido até agora.

Confesso que já comecei com preguiça…
Tudo culpa das duas caipirinhas que eu tomei ontem no jantar. Ainda quero estudar francês, mudar alguns hábitos, voltar a fazer exercícios, ser melhor amiga, melhor esposa, melhor colega de trabalho, enfim… melhor. Ou talvez não. Talvez eu deva ser somente eu mesma, tem funcionado bem. E em time que está ganhando, não se mexe.

*

Marido ontem me fez uma surpresa! Já faz alguns anos que resolvemos evitar aborrecimentos e em todas as datas festivas, combinamos com antecedência o que é que cada um quer de presente. Daí vamos juntos até a loja, o presenteado escolhe cor, tamanho, modelo e o presenteador paga e entrega a sacola. Chato, né, eu sei… Mas fizemos assim uma vez e acabou virando hábito.

Para o meu aniversário não foi diferente. Quer dizer, até ontem. Semana passada marido comprou o “presente que eu escolhi” e eu achei que era somente isso. Ontem nos encontramos num restaurante para jantar com a minha irmã e comemorar. Cheguei, sentei, pedi bebida, olhei cardápio, falei da vida e lá pelas tantas, como eu não tinha percebido NADA de diferente, marido me cutuca, aponta para uma caixinha de presente pequetitica bem no canto da mesa e pergunta: – Nossa, o que será que é aquilo ali?

E eu, completamente demente desavisada olho aquela caixinha e penso “O que será que é aquilo ali?”, pego a caixinha e começo a abrir. Quando olho pra dentro e vejo que tem um par de brincos, eu JURO POR TUDO QUE EXISTE MESSE MUNDO, que levei um baita susto e falei: “Meu Deus, alguém deve ter esquecido aqui!!”

Pausa para a cara do marido ao constatar que casou com uma retardada. E aí então percebo que era um presente surpresa pra mim e me desmancho sorrisos. O que seria dessa vida sem esses momentos hilários gostosos, não é verdade?

Inferno astral

Mudei o layout… again! Achei esse menos poluído, mais clean. Espero que gostem.

*

Estou no meu inferno astral. Prova maior disso é que a cretina da menina do marketing lá da empresa “confundiu” a data do meu aniversário e mandou email de parabéns para mim e todos os funcionários no dia 13 de julho.

Imaginem a minha cara de feliz ao receber parabéns e ter que explicar que meu aniversário é só daqui um mês. E justo comigo que AMO fazer aniversário! Perdi até o tesão…

32 anos atrás

Há 32 anos atrás eu tinha completado 1 dia de vida. Nasci no último ano da década de 70, a terceira e última filha, cheguei 10 anos depois que a primeira e 8 anos depois que a segunda. Família grande em comparação com as atuais, ainda mais se for contar todos os parentes e agregados que já passaram pela minha casa nos 22 anos que vivi lá. Eram tantos primos e parentes que qualquer almoço em família virava uma ocasião especial. Isso significava gente demais em todo canto e privacidade de menos durante praticamente toda a minha vida.

Quando eu tinha 12 anos, minha irmã mais velha se casou numa cerimônia tradicional com vestido branco e tudo mais. Aos 13 anos fui tia pela primeira vez. Aos 16 fui tia pela segunda vez sendo que a minha irmã do meio foi mãe solteira por quase dois anos. Senti na pele o que era ter um bebê em casa, os choros de madrugada, fraldas, mamadeiras e etc. Aos 16 tive minha primeira paixonite pelo filho do vizinho e sofri a minha primeira grande decepção com os homens. Aos 17 comecei a namorar sério, um namoro que deveria ter ficado na adolescência, mas durou 4 longos anos. Aos 18 comecei a estudar Publicidade numa faculdade renomada que eu adorava e fiz uma amiga que está na minha vida até hoje. Aos 22 eu saí da casa dos meus pais e vim morar com a minha irmã em Curitiba. Aos 23 anos perdi minha mãe para o câncer e nasceu minha sobrinha Bibi. Passei um ano de cão tentando me recuperar do impossível e entender quem eu deveria ser dali pra frente.

Aos 24 conheci o marido e resolvemos embarcar nessa viagem louca chamada vida a dois. Que bom que a viagem continua até hoje! Que ela não termine nunca. Aos 27 resolvi que era hora de criar a minha própria família e joguei fora o anticoncepcional. Os detalhes dessa “jornada” podem ser lidos aqui no blog.

São 32 anos de batalha e dedicação diária na minha vida profissional e na minha vida pessoal, onde nada veio de graça. Mas, graças a Deus, são anos bem vividos, não necesssariamente cheios de sucesso, mas com certeza cheios de vontade de vencer e de amigos. Que venham mais aniversários, eu estou ficando boa nisso!

Mais um ano de amor

Aniversário de casamento hoje, quase passou despercebido pelas agruras do cotidiano. Marido chegou ontem à noite, depois do futebol, deitou do meu lado e sussurrou: parabéns! Eu meio dormindo não entendi o por quê do comentário. Ele então me falou e eu retruquei: mas não é hoje, é amanhã! E ele sussurrou novamente: já passa da meia-noite, agora já é amanhã.

Nunca sonhei com um príncipe num cavalo branco, nunca sonhei em me casar de branco na igreja, nunca imaginei uma porção de coisas que as meninas casadoiras geralmente fantasiam quando são solteiras. Pelas minhas andanças enquanto moça avulsa me fazia falta o carinho, a gentileza e a sutileza de perceber quando algo não vai bem lá no fundo da minha alma. Uma parceria.

Foi isso que encontrei e é o que nos faz estar juntos há exatos 7 anos. Obrigada pela parceria! Apesar de a sabedoria popular dizer que esse é o ano da crise conjugal, que mais sete anos venham, parceiro.

 

É nóis, queiróis!

Parabéns :o)

Hoje é o aniversário de três pessoas muito importantes para mim. O dia 15 de março acabou de se revelando uma data meio cármica na minha vida. Que vocês três sejam muito felizes e que tenham muitos e muitos anos de vida.

Para o marido:

” Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso. Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, principalmente em casa. Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair. Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.” Drauzio Varela

Para meu velho pai:

Durante muito tempo eu não entendi a sua forma de expressar o seu amor e confundi a sua crença em mim com falta de atenção. Eu queria uma mão para passar na minha cabeça e conselhos e você me dava a liberdade de escolher o meu caminho. Felizmente o tempo passa e nos ensina a aceitar as pessoas como elas são, com suas limitações e com seu jeito de ser. Hoje eu só peço que muitos outros dias como esse venham e que sua vida seja longa ao nosso lado.

Para a Marília:

“Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir. Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende. Amigo a gente sente!” Machado de Assis

Para vocês três, hoje e sempre, eu desejo que sejam muito felizes, que os anos passem e os deixem cada vez melhores e mais próximos de mim. Amo vocês.

30 anos

Aos 20 e poucos eu tinha neura de chegar aos 30. Sou uma organizadora mental, planejo cada pequena coisa do meu dia, do meu ano e da minha vida. Aos 20 e poucos eu planejei como seria a minha vida aos 30. Quanto mais próxima dos 30 eu chegava, mais eu percebia que não adiantava nada planejar. A gente planeja para ter uma falsa sensação de que está no controle, de que está seguro contra as agruras da vida. Entender que eu nunca estive no controle me ajudou a esquecer a neura dos 30.

Há 3 meses eu fiz 30 anos e me senti diferente. Nada a ver com crises existenciais malucas, angústias sobre o futuro, sobre o que eu já fiz e o que ainda vou fazer. Mas uma sensação boa de que eu coloquei os pés numa nova etapa de vida. No meu aniversário encontrei um texto na internet que falava justamente sobre essa descoberta e vou compartilhar aqui os trechos que mais me emocionaram.

“Antes dos 30 as coisas são diferentes. Claro que há algumas datas significativas, mas fazer 7, 14, 18 ou 21 é ir numa escalada montanha acima, enquanto fazer 30 anos é chegar no primeiro grande patamar de onde se pode mais agudamente descortinar.”

” Fazer 30 anos é coisa fina, é começar a provar do néctar dos deuses e descobrir que saber tem a eternidade. O paladar, o tato, o olfato, a visão e todos os sentidos estão começando a tirar prazeres indizíveis das coisas. Fazer 30 anos, bem poderia dizer Clarice Lispector, é cair em área sagrada.”

“Quando algugém faz 30 anos, não creiam que seja uma coisa fácil. Não é simplesmente, como num jogo de amarelinha, pular da casa dos 29 para a dos 30 saltitantemente. Fazer 30 anos é cair numa epifania. Fazer 30 anos é como ir à Europa pela primeira vez. Fazer 30 anos é como um mineiro vê pela primeira vez o mar.”
” Aos 30 anos já se aprendeu os limites da ilha, já se salbe de onde sopram os tufões e, como o náufrago que se salva, é hora de se autocartografar. Já se sabe que um tempo em nós destila, que no tempo nos deslocamos, que no tempo a gente se dilui e se dilema. Fazer 30 anos é como uma pedra que já não precisa exibir preciosidade, porque já não cabe em preços. É como a ave que canta, não não para se denunciar, senão para amanhecer.

Fazer 30 anos é passar da reta à curva. Fazer 30 anos é passar da quantidade à qualidade. Fazer 30 anos é passar do espaço ao tempo. É quando se operam maravilhas como a um cego em Jericó.

Fazer 30 anos é mais do que chegar ao primeiro grande patamar. É mais que poder olhar pra trás. Chegar aos 30 é hora de se abismar. Por isto é necessário ter asas, e sobre o abismo voar.”

Affonso Romano Sant´Anna – A mulher madura