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Hoje, só amanhã

Hoje é um daqueles dias em que eu estou particularmente azeda. Fico pensando no tempo que passa impiedosamente, nas oportunidades que não aparecem, na minha vida suspensa desde outubro do ano passado e me desespero. Na verdade eu estou assim desde domingo, triste, preocupada, impaciente. O que me salvou foi ter recebido uma ligação para fazer uma entrevista amanhã. Mudou um pouco o meu ânimo.

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Tenho que confessar que estou adorando dar aulas de inglês. Tem funcionado como uma terapia para mim, mais até do que um emprego formal. Os ganhos são irrisórios, mas que tipo de “terapia” paga você para receber ajuda emocional? Tô no lucro com certeza. Além disso, descobri uma nova faceta pessoal e profissional em mim mesma. Eu relutei muito para dar esse passo, achava que não tinha didática, que não sabia ensinar e estou surpresa em perceber que estou mandando bem nesse sentido.

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Ontem dei uma aulinha de reforço sobre as “perfect tenses” e foi muito gratificante ver que alguns deles saíram da aula felizes por finalmente terem entendido como usá-las.

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A vaga de ontem foi uma roubada… infelizmente. Continuo mandando currículos. La lucha continua!

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A aula de inglês foi muito bacana, não perdi o jogo de cintura, tudo correu mais ou menos como o planejado e eu adorei. Só o fato de ter uma atividade fora de casa, interagir com outras pessoas me fez um bem danado.

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Domingo eu fui num churrasco na casa de novos amigos do marido. Fazia tempo que eu não me divertia tanto. Chegamos pro almoço, emendamos o jantar e voltamos pra casa perto da meia-noite. O dia foi lindo, fez um sol divino e a bonita aqui esqueceu de passar protetor solar. Na verdade eu pensei que o evento seria em ambiente coberto e fechado, mas acabou acontecendo tudo ao ar livre. Consequência? Estou vermelha como um pimentão e com uma marca horrorosa da camiseta regata que eu estava usando. Ainda bem que era regata…

Atualizando

Atualizando a situação: tenho entrevista amanhã! Não é aquela vaga maravilhosa, mas tá valendo. Preciso voltar para o mercado, galera!

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Amanhã começo como professora de inglês! Ganhei uma turma intermediária às 2as e 4as, das 19h às 20h. Ai, que emoção e que cagaço. Já pensou se eu erro? Salvem a professorinha!

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Surgiu mais um projeto! Escola de inglês querendo aparecer na internet! Show de bola! Montei uma apresentação profissa e mandei pro cara esse fim de semana. Business is business!

É o fim da picada

Estou há duas semanas correndo louca de um lado pro outro, fazendo aulas de inglês, treinando na frente do espelho, pesquisando as perguntas mais frequentes em entrevistas por competência na internet e me informando horrores sobre a empresa. E a entrevista que seria amanhã foi postergada sabe Deus pra quando. Talvez na próxima semana.Talvez só em janeiro. É pra sair correndo na rua pelada.

E eu quero tanto esse emprego…

Entrevistas

Gentem, a chapa esquentou essa semana no âmbito profissional. Rolou entrevista pra todo lado! Duas escolas de inglês no mesmo dia, um processo seletivo incrível para uma multinacional (a vaga dos sonhos) e mais uma entrevista hoje para uma empresa local. A gente agradece, viu Papai Noel!

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E haja Pasalix para domar  a louca que existe dentro de mim. A ansiedade está no talo, passei dois dias sem dormir e tive piriri depois de uma entrevista por telefone. Daí na hora de falar em inglês com a moça fiquei nervosa, me perdi no raciocínio, as palavras não saíam. I got stucked! Branco total. Ainda bem que ela sacou que o problema era uma certa falta de prática + o nervosismo na velocidade 5 do créu.

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E o bicho vai pegar ainda mais, estou esperando me chamarem para uma entrevista pessoal com um cara que nem brasileiro é. Conclusão: achei dois santos que vão me dar umas aulas relâmpago de conversação só para ficar bem afinada. E no mais, é segurar na mão de Deus.

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Tirando o lado estressante que envolve esse processo de procurar emprego, tem uma coisa curiosa também nisso tudo. É cada figura que eu encontro! A minha irmã que é da área de RH iria se rasgar inteira se topasse com as “coleguinhas” de profissão dela que eu tenho encontrado. Todo mundo sabe que apresentação pessoal é um quesito deveras importante numa entrevista, então é bom ir com o cabelinho, as unhas e a roupitcha em ordem, certo? Os recrutadores deveriam pensar o mesmo a respeito deles. Não tem coisa pior do que chegar numa agência de empregos cuja fachada está caindo os pedaços, as instalações são feias e não tem nem mesmo uma placa na frente. A impressão que dá é que estão recrutando escravas brancas.