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Manhã de sábado

Eu sofro daquela maldita síndrome do feriado… Nos dias que eu tenho que ir trabalhar, eu saio da cama me arrastando, eu me agarro no travesseiro, eu peço por mais 5 minutinhos e esses 5 minutos viram meia hora de maneira mágica e surpreendente. No dia que eu posso dormir até a hora que eu quiser, eu simplesmente… acordo! Às 7h da manhã! E viro me revirando na cama e pensando nas coisas que eu quero fazer naquele dia. Hoje foi assim. E eu detesto isso!

Resolvi sair da cama para não incomodar o marido. Daqui pouco vejo os gatos agitados correndo de um lado pra outro. Fiquei curiosa pra saber com o que eles estavam tão interessados. Ai, meudeusdocéu, eles estavam fazendo uma barata de brinquedo! Uma BARATA! Cascuda, nojenta, horrorosa, diabólica! E Bozó saía pra lá e pra cá com aquele bicho asqueroso na boca, soltava a barata, ela corria meio tonta e ele corria atrás, dava uns tapas, colocava na boca de novo. Ficou tão maluco com o “brinquedinho” que não deixava Jogita brincar mais, se ela chegava perto, ele rosnava!

E eu confesso que subi no sofá e só não dei um ataque histérico porque marido estava dormindo e podia ter um ataque cardíaco ao ser acordado dessa maneira. Saquei um spray de veneno e comecei a correr atrás daquele bicho nojento ao mesmo tempo em que tentava tirar o Bozó do caminho. Como é que eu ia jogar veneno na p#$@@ da barata sem matar meu gato junto? Num momento de bobeira dele, consegui descarregar o tubo de spray na maldita e foi preciso prender o bichano no outro quarto pra eu jogar o serzinho no lixo. Coitadinho, ficou órfão do brinquedo… E agora tô na dúvida se eu escovo a boca dele com sabão ou se listerine basta. Jesuis me abana!

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Feriadoooo!

Fim de tarde de véspera de feriado. Estou até as tampas de trabalho, mas quero nem saber de trabalhar. Amanhã começa um feriado loooongo aqui na capital paranaense e eu quero descansar bastante, dar um jeitinho na bagunça da casa, cuidar do marido que está resfriado, apertar bem muito os gatos, ver muito seriado na TV, dormir, cortar a cabeleira, visitar amigos queridos e comer fondue, visitar amiga doente que já está em casa se recuperando, curtir o barulho da chuva batendo na janela (pois é, está chovendo cats and dogs por aqui)…

Uia, quanta coisa que eu quero fazer nos próximos dias!

Feriado!

Hoje começa o feriado de Corpus Christi e eu vou pra praia. Faz tanto tempo que eu não viajo que nem sei mais qual é a sensação. O tempo não está ajudando muito, mas estou contente com o fato de mudar a rotina.

Os gatos ficarão sozinhos e serão os donos da casa. Tenho um pouco de medo de deixá-los sozinhos e acabar a água e a comida, mas eles não vão morrer em 2 dias e 1/2, certo?

Na 2a feira vou fazer um exame de sangue para saber se algum milagre aconteceu.

Parênteses

Amanhã é dia da consciência negra e em algumas cidades, inclusive, é feriado. Aqui em Curitiba não. Passou pela minha cabeça que essa cidade é tão bairrista que nem é capaz de considerar a (pequena) população negra que aqui reside.

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Logo que me vi sem emprego passei pela fase da euforia. Existiam horas demais no meu dia e eu precisava preencher esse tempo ocioso de alguma maneira. Comecei a mexer no apto, finalizar as coisas que deixamos de lado durante a reforma. Depois comecei a limpar tudo freneticamente. Virei a neurótica da limpeza. Essa semana eu entrei na fase da prostração. Não tenho vontade de fazer absolutamente nada, nem a comida. Onde é que isso vai parar, meu Deus?

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Outro dia eu estava assistindo a novela das sete e a personagem vivida pela Flávia Alessandra dizia para o seu par romântico que “uma mulher sabe quando o seu homem dá um filho para ela”. Ah tá, acabou de terminar a brincadeira e já “sentiu” que ficou grávida? Conta outra, né. As coisas não funcionam assim, meu bem. Fico bege como as novelas, na intenção de abordar temas importantes para a sociedade, banalizam  os fatos reais. É estressante demais tentar engravidar quando a natureza não funciona sozinha, é sofrido, é um caminho emocional cheio de pedras.

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Falando nisso, essa semana eu reorganizei os meus exames e retomei a lista de novos exames que preciso providenciar. Semana que vem lá vou eu peregrinar entre laboratórios e consultórios  novamente.

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Ontem dormi mal, na 5a feira à noite o mundo se acabou em água aqui em Curitiba. Um temporal daqueles, muito vento e raios cortando o céu. Mais ou menos meia hora depois que a chuva começou a cair, ficamos sem energia. O marido que queria assistir à quinta tempora do House em DVD teve que se contentar em jogar roba monte comigo ouvindo música pelo celular. Acordei às 3h quando a TV ligou sozinha com o retorno da eletricidade. Não dormi mais. A cabeça não parava de pensar em todos os planos desfeitos, na minha mágoa com tudo o que vem acontecendo comigo, no que é e não é justo, conversas atravessadas com Deus. Acordei mal humorada e com dor de cabeça. Quando levantei, dei de cara com um post it colado na porta do banheiro. Um recadinho do marido dizendo “eu te amo”. Não precisa dizer mais nada, né. So cute…