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Abandono de emprego

É isso aí, pirei na batatinha, pedi demissão do emprego opressor e fui ser feliz no México. Mas já voltei e já tô até exercendo atividade remunerada de novo. Coisa louca, né. Vamos por partes pra assimilação ficar mais fácil.

Depois daquela mega-hiper-bláster crise de identidade + mimimi eterno + DR felomenal com marido, decidi que era hora de parar com aquilo tudo. Defini que meu deadline seria dia 13 de junho e a escolha da data num teve nada que ver com “assistir a Copa do Mundo em casa” como alguns engraçadinhos (leia-se meu antigo chefe) vieram me falar. Agora deu pra entender por que eu estava surtando, né? Bom, essa data ficou gritando na minha cabeça por ser o último dia de aula da Jamile na escola antes das férias e eu jamais na vida desejo passar pelo que passei no começo desse ano novamente. A escola dela simplesmente não tem Colônia de Férias então eu tive que arrumar outra escola pra ela ficar por duas semanas e minha filhotinha odiou o lugar, chorava todos os dias e eu chorava junto indignada com a vida de merda que eu tava levando. Repetir a cena? Jamais, meu bem.

E assim eu fiz. Conversei com o chefe em meados de abril, ao final de um feedback onde ele disse ter notado que eu “não estava muito feliz”. Puxa, como ele era observador! Dããn… E acertamos que meu desligamento seria efetivado no dia 13 de junho. Pensa numa pessoa aliviada, feliz, cuca fresca? Era eu. Agora visualiza uma pessoa à beira de um ataque de nervos? Era o marido. Claro que essa equação não funcionou muito bem. Enquanto eu me sentia extremamente bem resolvida e, pela primeira vez na vida, completamente certa de uma decisão tomada, marido amado sofria aterrorizado com o nosso futuro chegando ao ponto de ter que correr com ele pro hospital por conta de crises de ansiedade. O barato foi louco aqui em casa entre maio e junho…

Cabe dizer uma coisa importante, a partir do momento que tomei a decisão de sair do emprego, fiz todo um levantamento da nossa situação financeira, planilha no Excel com os vários cenários, onde teria que cortar custos, tudo bem organizadinho pra eu saber o tamanho do rombo futuro. Fiz uma poupancinha com o que foi possível guardar ao longo dos primeiros seis meses do ano, segurei o tcham com os gastos, mandei diarista passear e, por fim, comecei a garimpar outras formas de remuneração que estivessem dentro do que eu tinha em mente. Hello, marido, fiz tudo certinho, meu bem, tudo friamente calculado, por que surtar, amor? Porque ao final dos seis meses eu tava saindo do emprego (FDP) que pagava bem pra ser feliz, sem lenço nem documento (nem remuneração). E ser feliz é coisa de quem não tem o que fazer, não tem responsabilidade, conta pra pagar, filho pequeno, gato, financiamento. Ser feliz é pra quem pode e não pra quem quer.

Voltando à vaca fria, fui garimpando mesmo toda e qualquer oportunidade de trabalhar meio turno, online, de casa, esse era meu grande objetivo. E vou dizer uma coisa, aquele lance de que o universo conspira a nosso favor realmente aconteceu comigo. A partir do momento que eu passei a falar para as pessoas que estava prestes a sair do emprego e que estava em busca de oportunidades de trabalho que permitissem passar mais tempo com a minha filha, as coisas começaram a acontecer de fato. Recebi mil dicas, um contato aqui, outro acolá, indicação, e isso tudo só me fortaleceu. A cada dia eu percebia que tinha tomado a decisão correta, pois o mundo à minha volta mostrava que existiam oportunidades dentro do que eu imaginava. Enquanto eu me empodeirava, marido sofria… E eu também sofria, calada.

Eu tentava mostrar pra ele que estava com tudo sob controle, tinha feito muitos contatos, já no mês de maio assumi um job como tutora online para um curso à distância, grana pequena, mas eu não tinha nenhum tipo de gasto, faço tudo de casa, programo meus horários. Comecei a divulgar meu interesse em dar aulas particulares de inglês, conversei com uma amiga querida que ganha a vida desse jeito e ela super se dispôs a me indicar alunos. Tinha reservado uma graninha que daria pra segurar as contas até o final do ano. Tudo friamente calculado.

E, pra deixar a coisa ainda mais arrematada, tinha outra carta na manga. Um concurso público que eu fiz no ano passado, no auge do desespero pra sair daquela empresa e, surpreendemente fiquei numa colocação bem bacana (23o lugar). Salário singelo, tá. Mas o que mais me chamou atenção foi carga horária de 6 horas (!!!!!) e pacotão de benefícios. Eis que, na mesma semana que eu voltei do México, justamente quando eu ia arregaçar as mangas e sair por esse mundão de Deus tocando os meus projetos amados, com sorriso de orelha a orelha, recebo o telegrama de convocação do concurso! Para o mundo que eu quero descer!

Aguardem cenas dos próximos capítulos… (Ai, que suspense!)

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Atualizando

Hoje vou de “rapidinhas” só pra atualizar e eu não perder a linha de raciocínio. Depois volto pra falar melhor sobre tudo o que anda acontecendo.

#1

Senhoras e senhores, larguei o emprego opressor. Lembram desse post aqui? Pois então, o deadline foi definido em meados daquele desabafo. Só esse assunto rende uns três textos (ou um livro), mas vai ficar pra depois por conta do assunto que vem a seguir. Neeeeext!

#2

Estou de malas quase prontas para o México! Aeeeeeeeee! Já comentei por aqui que minha irmã mais velha vive no México com o marido. Há tempos ela insiste para que eu vá visitá-los, pois poderia usar milhas e dar conta das nossas passagens sem eu precisar botar a mão no bolso. Marido querido sugeriu que esse é o melhor momento para fazer isso já que Jamile está de férias na escola e não terei como me dedicar muito aos meus projetos profissionais. Marido, como sempre, o grande sábio dessa casa! Amo-te! Embarcamos no próximo sábado, dia 21 e voltamos no dia 06 de julho. Pena que a cara-metade terá que ficar, afinal alguém nessa família precisa ganhar o pão.

Assim que eu conseguir organizar a vida volto com notícias!

 

A difícil decisão de ir na contramão

Além do recesso de fim de ano negociei alguns dias extras de férias e voltei ao trabalho no dia 13 de janeiro. E o retorno foi uma visita aos círculos do inferno. Essa minha insatisfação profissional já vem de longe, desde muito antes de eu ser mãe, mas se agravou com a concretização da maternidade.

Em 2012 eu trabalhava em um ramo de atividade que me trazia muita satisfação pessoal, as pessoas ao meu redor eram muito humanas, os projetos em que eu trabalhava eram bacanas, porém a parte financeira deixava a desejar. Senti que era o momento de correr atrás do prejuízo e aceitei vir para o meu atual empregador, pois a proposta econômica era bem mais atrativa e na época o foco era esse. E, nesse sentido não posso reclamar, pois a chegada da Jamile trouxe gastos inesperados e poder contar com essa tranquilidade financeira foi fundamental. Mas a grande dúvida que me aflige há meses é: até que ponto vale a pena fazer algo que eu não gosto e passar tantas horas longe da minha filha por conta de um salário interessante? É claro que ninguém vive de amor (no sentido concreto da palavra), ou seja, não dá pra chegar no banco e dizer que trouxe X quantidade de amor para pagar a conta de luz, mas vale a pena esse desgaste?

Minha amiga Vivian bem que me avisou. Ela disse: “você não vai ter a mínima vontade de estar ali. Não vai ter nada nesse mundo que você queria mais do que estar com a sua filha e nada vai ser mais importante do que isso.” E ela tem razão, tudo o que eu mais quero na vida é deixar Jamile na escola num turno reduzido de horas, me dedicar aos meus projetos pessoais, ser remunerada por eles e ainda ter tempo de vê-la crescer, acompanhar seu desenvolvimento, estar lá por ela, sabe?

Marido reluta muito quando entro nesse assunto. Na nossa última conversa ele me falou “você precisa pensar que seu mundo não se resume só à Jamile. Você não é só mãe.” Confesso que não gostei de escutar isso, me senti ofendida, incompreendida, remando contra a maré sozinha. Mas ele tem o seu ponto, ele tem razão. Um dia minha filha vai crescer e vai seguir seu caminho sem mim, essa é a lei natural da vida. Estranho seria se não fosse assim. Mas justamente por isso que a ideia não é virar mãe em tempo integral, mas tirar o pé do acelerador, trabalhar num esquema home office, meio período ou com mais flexibilidade de horário. Quero poder tirar uma tarde livre pra ficar com a minha filha se ela não estiver bem e não ser açoitada pelo meu empregador, ou pior, perceber sorrisos tortos, comentários engraçadinhos e sobrancelhas arqueadas de ironia. E eu entendo a preocupação dele, sozinho ele não segura as pontas das nossas finanças, essa é a nossa realidade.

Ainda lá em 2012, já pensando que a chegada do meu filho(a) seria um divisor de águas na minha vida profissional eu comecei a buscar alternativas e tracei alguns objetivos que, infelizmente, não consegui concretizar até o momento. Embora eu continue firme no meu propósito, procurando formas de mudar a minha vida profissional antes de chutar meu atual emprego, essa decisão não é simples. De um lado há uma pressão para que eu me enquadre ao “sistema”, afinal o mercado de trabalho sempre foi assim, quantas crianças por aí foram e são criadas dessa maneira, tão logo termina a licença maternidade suas mães voltam para a lida e os pequenos são colocados em escolinhas e creches em turno integral. E sim, há situações piores que a minha, tem quem passe menos tempo ainda com seus filhos, tem quem trabalhe em turnos malucos, de noite, madrugada, por salários muito menores que o meu. Sempre há situações piores. Assim com existem situações melhores. Então por que não é permitido tentar? Então por que é loucura mudar? Então por que é tão difícil sair desse esquema? Se existem por aí tantos exemplos positivos, por que eu não conseguiria?

A semana passada foi permeada por essa crise existencial gritando dentro de mim a cada minuto passado na minha estação de trabalho, a cada manhã que eu acordava e praticamente tirava forças do útero para sair da cama, a cada olhar choroso da minha filha quando eu a tirava da cama para levá-la para a escola. A vida não deve ser assim. A vida é muito curta para ser assim. Mas somos programados para seguir o rebanho, para trabalhar e juntar dinheiro e comprar coisas e continuar trabalhando para pagar as coisas que compramos e que cada vez mais queremos. E mesmo que você tenha uma visão mais crítica, uma visão diferente, a vida exige certa praticidade, certas “responsabilidades” e aí vamos seguindo em frente, repetindo o modelo.

Diante da minha cara de poucos amigos e das minhas tentativas de dizer ao marido “não basta ganhar dinheiro, precisamos também ser felizes, pombas!”, ele me falou “você é feliz em tantas outras coisas, será que realmente precisa ser feliz em tudo na sua vida?” E agora, Bial? Fica aqui a reflexão. Precisamos ser felizes em tudo nessa vida? Precisamos estar completos e realizados com a vida pessoal, profissional e financeira? Tudo tem que estar redondinho para que seja pleno e valha a pena viver? O que eu sei é que ter uma vida “redondinha” não existe. E somos, em sua maioria, seres humanos imperfeitos e eternamente insatisfeitos. Mas acredito que é saudável buscar o que te faz feliz, a sua satisfação pessoal com o que é importante. Foi por isso que busquei uma maneira de completar minha família e agora busco uma maneira mais prazerosa de ser profissional no mercado de trabalho. Estou no meu limite e concedi a mim mesma um prazo para repensar essa história toda e me encontrar profissionalmente. Torçam por mim!

Trabalho, trabalho duro, trabalho…

Minha neura do momento é a volta ao trabalho. Enquanto ainda me desdobro na nova função mãe mode on, minha cabecinha não para um minuto de pensar em como vai ser a vida quando Jamile for pra escola e eu voltar pro tronco pra rotina.

Atenção, atirem todas as pedras existentes em mim agora! Eu fui daquelas pessoas petulantes que olham com desaprovação a colega de trabalho que falta por causa da doença do filho ou que chega atrasada e deixa de assumir algum compromisso profissional por qualquer coisa relacionada à maternidade. Sim, eu sei, o mundo deu suas voltas e agora estou aqui sofrendo por antecipação.

Já faz algum tempo que eu não tenho mais paciência para aquele estereótipo do mercado de trabalho sanguenozóio vida loca, sabe? Não tô disposta! Quero algo mais, quero qualidade de vida. E qualidade de vida pra mim é fazer um bom trabalho, algo que eu curta, sem neura com o relógio. Bater cartão, na minha opinião, é o maior atraso de vida ever! Eu tracei alguns objetivos para esse ano, profissionalmente falando, e agora estou na dúvida se conseguirei levá-los a cabo. Se vou conseguir me virar nos 30. Gente, vocês também tiveram esses medos ao se tornarem mães?

Trabalho, trabalho duro, trabalho…

Balanço da primeira semana de novo emprego? Confusão mental e cansaço físico. Sei que é normal passar por esse momento de adaptação onde você ainda está conhecendo as pessoas ao seu redor, chama um pelo nome do outro e fica o tempo todo se sentindo meio desconfortável, pois sabe que todos estão observando tudo em você discretamente.

No geral, a semana foi hiper produtiva, já percebi que terei muitas coisas para aprender e esse é o motivo da confusão mental. Eu sempre (SEMPRE!) tenho a mesma reação quando estou diante de uma situação assim. Eu sempre penso “deus do céu o que é que eu vim fazer aqui, eu não estou entendendo nada que esse povo tá me dizendo. E agora jesuiscristinho, acho que eu sou burra, não vou conseguir aprender a fazer isso nunca!“. No fundo eu sei que não passa de um momento de insegurança e desespero diante de uma situação nova e também tem a ver com o fato de que eu me cobro muito para dar conta de tudo de primeira. E eu sei que vai passar. Mas até passar, vou me sentir um pouquinho infeliz.

Por outro lado fui muito bem recebida pela equipe, tenho colegas de trabalho bem queridas e essa coisa de estar envolvida com eventos é bem legal. Aliás, esse é  motivo do cansaço físico. Eu estava acostumada a ser beeeem sedentária, sentar diante do meu computador o dia inteiro, levantava apenas para ir no café, na cozinha e no banheiro. Essa semana eu ralei, amigas! Fiquei 4 dias acompanhando os treinamentos num hotel e isso significa ficar bastante tempo em pé, subir e descer escadas várias vezes para checar se as coisas estão indo bem, correr atrás da equipe do hotel para buscar algo, andar de um lado pra outro atendendo os participantes, abre caixa, carrega caixa… Chegava em casa com os pézinhos pedindo arrego. E terminei a semana com dor no corpo todo. Achei ruim não, viu. Isso significa que de algum modo estarei me mexendo mais e isso é bom pra minha saúde e para perder os quilinhos extras que eu ganhei nos últimos anos de sedentarismo.

Nessa nova jornada tem outra coisa importante que também é novidade para mim, não sou uma funcionária contratada pelo regime CLT como sempre fui nessa vida. Agora sou uma prestadora de serviços e tenho que providenciar coisas como CNPJ, nota fiscal e conta bancária pessoa jurídica. E eu não sei lidar com essas coisas, e eu preciso da ajuda de um contador, de um guru, de um pai de santo e de um calmante. Isso tudo por conta da maldita ansiedade… Mas as coisas vão se resolvendo, aos poucos eu coloco a casa em ordem.

No mais tá tudo caminhando bem por aqui, viu. Gatinhos fofos e saudáveis, casal vivendo a vida normalmente. No big deal. E tenho dito.

 

Novos desafios!

Então que eu estou mudando de emprego. E foi uma decisão difícil de tomar. Foi difícil porque existem certos aspectos da empresa que eu trabalhava que eram muito cômodos para mim. Ficava perto da minha casa, super tranquilo com relação ao horário, não tinha que “bater cartão”, eu tinha liberdade para resolver meus assuntos pessoais se fosse preciso… Além disso, eu curtia muito o que eu fazia lá, o meu trabalho em si, estar em contato com os professores de idiomas, com os alunos, o projeto de inglês online, as pessoas, etc etc.

Porém, sempre existe um porém, ou alguns poréns. E os poréns eram fortes também! O salário que eu recebia mal dava para pagar as contas, conversei sobre isso há alguns meses e eles não podiam me pagar o que eu precisava. Além disso não tinha nenhum benefício e estava cansada de levar “marmita” no almoço. Infelizmente a gente precisa de dinheiro pra viver, certo?

Surgiu então essa nova oportunidade, participei de um processo seletivo longo, fiz várias entrevistas e à medida que eu ia avançando comecei a ponderar os pontos positivos e negativos de mudar de emprego. Essa nova empresa fica mais longe da minha casa, é uma área diferente e isso é bom, parece que o trabalho vai demandar bastante de mim, muita atenção, organização e jogo de cintura. Nada que eu já não tenha passado antes, nada de novidades para mim, mas me questionei se era isso mesmo que eu queria. Será que estou a fim de trabalhar sob pressão novamente, horários malucos e ter que estabelecer o meu espaço novamente num lugar novo?

Fiquei em dúvida. Há tempos quero mudar a minha vida profissional, quero trabalhar mais por conta própria, fazer meus horários e conseguir ganhar mais dinheiro com mais qualidade de vida. Mas resolvi apostar! Ainda estou numa fase em que estou construindo as coisas e acredito que tenho tempo ainda para apostar em coisas novas no futuro.

Ontem foi meu último dia de trabalho na antiga empresa. Percebi que fiz ótimos colegas de trabalho e estabeleci uma relação de confiança com a maior parte das pessoas. No final das contas, é isso que vale, não é?

Decisões difíceis

Tudo nessa vida se baseia em escolhas, em decisões.  Com que roupa vou hoje? Com quem vou andar por aí? Quem vai ser meu amigo? Quem vai ser meu companheiro pra vida toda? Pra vida toda mesmo? Onde trabalhar? Filhos? Bichos de estimação? Sim? Ou não? Todos os dias acordamos e temos que fazer uma escolha. Dormir mais cinco minutos, fingir que está doente ou encarar mais um dia de trabalho?

E fazer escolhas não é fácil. Significa optar por um caminho e desistir do outro. Desistir, largar mão, abandonar, não escolher. E implica em ser responsável pelos seus atos. Se você escolheu sair de casa vestindo calça rasgada e tênis porque não está muito a fim de se arrumar hoje, é preciso entender que as pessoas vão te olhar esquisito e julgar você pela aparência. Mas é o preço que se paga por ter uma cabeça pensante.

Estou passando por um momento de escolha, de decidir entre uma coisa e outra. Porém, mais do que simplesmente escolher entre continuar e mudar de caminho, é um momento em que preciso pensar no que quero para o futuro, no que é prioridade para mim, no que entendo como qualidade de vida. Não está sendo fácil, viu. Mas também não está sendo sofrido, não. Pior seria não ter caminhos para escolher.